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ARTE E MEMÓRIA

A Arte em função da Memória!

 

O projeto "Ame: arte e memória" propõe pensar o registro como ferramenta  de preservação histórica, utilizando a valorização da oralidade como mecanismo de resgatar memórias que, com o tempo,  vão se perdendo por falta de registro.

 

Qualquer pessoa tem o poder de registrar suas memórias e de seu grupo de forma criativa, dentro das linguagens da manifestação cultural à qual pertence e com as ferramentas que as próprias comunidades dispõem.

 

Nesta primeira edição, escolhemos a Festa do Divino, uma manifestação cultural que possui forte apelo popular em Sabaúna (distrito de Mogi das Cruzes -SP), e convidamos 3 grupos distintos que tiveram, cada um, contato com uma vertente artística diferente (literatura, artes visuais e audiovisual). Através das oficinas, os participantes puderam registrar histórias, receitas, vivências… ou seja, tudo aquilo que foi marcante para eles nesses mais de 30 anos de festa.

 

Desenhar, pintar, escrever, fotografar, poetizar, dramatizar sobre fatos é algo que faz parte da nossa história social desde os primórdios. Incentivar a população a criar e, logo, registrar sua memória, é um exercício não somente artístico, mas também de cidadania. 

 

Acreditamos que todo cidadão é um artista que pode refletir sobre seu tempo e passar adiante sua visão de mundo! 

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A oficina de artes visuais buscou explorar a memória coletiva das artesãs que atuam no distrito de Sabauna, produzindo ecos como as "bandeiras do Divino". Houve um processo de troca de experiencias vividas e compartilhadas pelas artistas, em que cada artesa escolheu uma memória simbólica para criar a partir dela. O objetivo dessa oficina foi explorar, por meio de técnicas de costura, as mais diversas manifestações que correlacionam a resistência, por meio da arte, a preservação da historia popular.

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A oficina de audiovisual buscou utilizar os registros em fotos e vídeos como ferramentas de resistência narrativa, documentando as histórias de figuras importantes para a construção histórica da festa no território, preservando seus pontos de vista e vivências. Tendo por objetivo a construção de um documentário sobre a Festa do Divino em Sabaúna, os participantes tiveram a oportunidade de desenvolver um olhar mais técnico, sensível e crítico na construção dos registros, com atividades vivas e participativas. O audiovisual, nesse contexto, foi responsável por atuar como guardião da memória em forma videográfica.

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A oficina de literatura foi um espaço de construção conjunta, em que fomos capazes de compreender a oralidade como fonte de conhecimento e preservação ancestral. A cultura do congado, enquanto herança afrodiaspórica, resiste nos batuques, nas cores, nas danças e na interação com a cidade. Todas as atividades foram constituídas com o objetivo de compreender as complexidades que a oralidade carrega, considerando que cada história vivida no território tem a sua relevância na construção da narrativa popular. Levando mediadores que utilizaram como recurso didático o processo de escuta e registro multicultural, as atividades foram um convite à sensibilidade, explorando, por meio da literatura e do registro, a prática de ouvir e criar a partir disso.

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DOCUMENTÁRIO

2026

Responsáveis

Creusa, xxx,

Oficinas de Artes 

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